Porque existem.
Cada app da sapplify é uma que procurei e não encontrei.
Em 2024 andava a usar uma app de listas que vendia as minhas compras a uma rede de publicidade, uma app de peso com notificações que não conseguia desligar e uma app de orçamento que queria os dados do meu banco. São peças de software simples a fazer coisas simples e, algures entre o útil e o utilizável, todas acabaram devoradas por modelos de negócio.
Por isso comecei a reescrevê-las, uma de cada vez, a construir o mínimo que ainda fizesse o trabalho. Oito apps depois, continua a ser a única regra.
Autofinanciado. Sem contas a prestar a ninguém.
Sem capital de risco, sem investidores, sem dívidas, sem plano de saída.
É esta a declaração toda. Não há dinheiro de fora, por isso não há pressão para fazer crescer um número que seria mais fácil de aumentar se eu te vendesse.
Os custos mantêm-se baixos porque as apps funcionam primeiro no dispositivo. Sem plataforma de anúncios, sem analítica de terceiros, sem negócio nenhum com corretores de dados e sem nada em todo o negócio que pagasse mais se fosses seguido mais de perto.
Nada do que é teu se perde.
O que acontece aos teus dados se o estúdio parar.
Todas as apps funcionam totalmente offline e guardam os teus dados no teu dispositivo. O Sync é opcional e fica desligado até o ligares. Se o estúdio desaparecesse amanhã, as apps que já tens no telemóvel continuariam a funcionar exatamente como agora, porque nada daquilo de que precisam corre num servidor.
Todas as apps exportam o que guardam, em CSV ou JSON, sem precisares de conta. Essa exportação não é uma cortesia. É o que torna possível ir embora, por isso vem no nível gratuito de todas elas.